Conheça Psicóloga Leonor
Ansiedade, depressão, autoconfiança, desenvolvimento pessoal, luto e perdas, transições e mudanças, relações
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Sempre tive uma enorme curiosidade em perceber pessoas: por que agimos como agimos, o que
orienta as nossas escolhas e de que forma as nossas experiências nos moldam. São questões
complexas, que muitas vezes não têm respostas fáceis, sobretudo quando não dispomos do espaço
ou do apoio necessários para as explorar.
A terapia oferece esse espaço. Permite-nos começar a compreender-nos melhor, os nossos padrões,
emoções e motivações mais profundas, num contexto de uma relação segura e de apoio.
Como psicóloga, levo essa mesma curiosidade para o meu trabalho, não para julgar, mas para
ajudar a desenvolver consciência, autocompaixão e clareza. Em conjunto, podemos compreender
melhor o que está a acontecer consigo, no teu próprio ritmo.
A minha abordagem terapêutica baseia-se numa abordagem integrativa. Na prática, trabalho de
forma colaborativa com as pessoas, explorando pensamentos, emoções e comportamentos com
empatia, aceitação e autenticidade.
Acredito que a terapia deve ser adaptada a cada pessoa, não existe um método único que funcione
para todos. Por isso, continuo a ampliar a minha formação, para poder adaptar-me melhor às
necessidades únicas de cada pessoa.
O que se diz em consulta fica em consulta. Estou vinculada ao segredo profissional. A câmara nunca é obrigatória.
Cinco perguntas à psicóloga Leonor
1. O que é que costuma surpreender as pessoas na primeira consulta contigo?
Algumas pessoas ficam surpreendidas quando lhes pergunto se preferem que as trate de uma forma mais formal — pelo nome, "a Leonor costuma fazer…" — ou por tu. Ou de outra forma qualquer.
Há pessoas que deixam de carregar cinco quilos de ansiedade só com a possibilidade de nos tratarmos por tu.
2. Com que tipo de pessoa sentes que trabalhas melhor?
Não sei se é necessariamente trabalhar melhor, mas acho que crio com mais facilidade um ambiente leve com pessoas curiosas, interessadas, com algum sentido de humor, que não se levam demasiado a sério.
3. Há uma coisa que ouves dizer muitas vezes em consulta. Qual é?
"Mas isto é normal?" — e as suas variações.
O "normal" não tem grande importância no processo terapêutico. Em vez de decidir o que é normal ou não para a população em geral, interessa-me mais perceber o teu mundo interno: o que é que te fez sentir assim? O que pensas nessas situações? Como gostarias de ter reagido?
Quero perceber contigo o que faz sentido para ti, não para o resto do mundo.
4. O que é que não fazes, em consulta?
Não dou conselhos. O meu objetivo nunca será roubar-te a tua autonomia, mas apoiar-te para tomares as rédeas da tua vida. Quero descobrir quem és e o que queres retirar da vida — ao teu lado, não a empurrar.
5. Lembras-te do momento em que percebeste que era esta a tua área?
Não houve um momento específico, foi algo que se foi construindo. O que abriu portas para essa construção foi o meu próprio processo terapêutico. Aos poucos, fui-me apaixonando pelo universo incrível que é a psicologia e pelo impacto transformador que ela pode ter.
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