Conheça Psicóloga Sandra
várias opções de consulta
atendimento por minuto
chat — 1,00 €/min
vídeo — 0,80 €/min
consultas com duração definida (vídeo)
sessão de 30 min — 24 €
sessão de 50 min — 40 €
sessão de 60 min — 48 €
horário
Segunda, terça e quarta 9h30–12h30 e 14h–19h · Quinta 10h30–12h30 e 14h–19h · Sexta 9h30–12h30 e 14h–17h · Sábado 9h–12h e 14h–20h
áreas de intervenção
- Perturbações do neurodesenvolvimento (PHDA, dislexia), em crianças e adultos
· Ansiedade
· Depressão
· Perturbação obsessivo-compulsiva
· Violência no namoro
· Intervenção no luto e luto perinatal
· Orientação parental
· Inteligência emocional
· Orientação vocacional
Faz também recrutamento e seleção de pessoal.
Por trás das consultas existe alguém que encontra alegria em descobrir novos lugares, aprecia uma boa conversa à mesa e acredita que os momentos mais simples podem ser os mais significativos. Porque, no final, aquilo que mais valorizo na psicologia não é ter todas as respostas. É poder acompanhar alguém no processo de se compreender melhor e de construir uma vida mais alinhada consigo próprio.
O acompanhamento psicológico é individual. Uma pessoa significativa poderá integrá-lo pontualmente, mediante consentimento informado de todos e quando for clinicamente pertinente para os objectivos terapêuticos, salvaguardando sempre o teu espaço, a confidencialidade e o sigilo profissional, em conformidade com os princípios éticos da Ordem dos Psicólogos Portugueses.
Permite-te começar. O que se diz em consulta fica em consulta. Estou vinculada ao segredo profissional. A câmara nunca é obrigatória.
Cinco perguntas à psicóloga Sandra:
1. O que é que costuma surpreender as pessoas na primeira consulta contigo?
O facto de não precisarem de contar tudo de imediato. Na primeira consulta, procuro criar um ambiente acolhedor, seguro e estruturado, onde exploramos o que motivou a procura de acompanhamento e fazemos uma avaliação inicial do estado emocional. Respeito o ritmo, os limites e a disponibilidade de cada pessoa. Este é também o momento em que começamos a construir uma relação terapêutica baseada na confiança e definimos, em conjunto, objectivos e um plano de intervenção ajustado às tuas necessidades. O primeiro passo é teu, mas não tens de o dar sozinho.
2. Com que tipo de pessoa sentes que trabalhas melhor?
Sinto-me particularmente realizada a acompanhar pessoas que desejam compreender melhor a relação entre os seus pensamentos, emoções e comportamentos, e que estão disponíveis para assumir um papel activo no processo terapêutico. Trabalho através de uma abordagem colaborativa, estruturada e orientada para objectivos, respeitando sempre o ritmo, a individualidade e o contexto de cada pessoa. Em conjunto, construímos estratégias práticas que promovem a autonomia, a flexibilidade psicológica e mudanças significativas no quotidiano.
3. Há uma coisa que ouves dizer muitas vezes em consulta. Qual é?
Ouço muitas vezes: «Eu achava que hoje não ia ter nada para dizer», «Sinto que não fui suficientemente boa», «Já devia ter vindo há mais tempo», «É normal sentir isto?», «Nunca tinha dito isto em voz alta» ou «Nunca tinha pensado nisso dessa forma!». Enquanto psicóloga, escuto para além das palavras. Procuro ajudar cada pessoa a identificar e compreender a relação entre os seus pensamentos, emoções e comportamentos, a reconhecer padrões e a construir novas formas de responder às dificuldades, num espaço seguro, colaborativo e sem julgamento. Porque, por detrás de cada frase, existe uma história única — e eu acompanho-a respeitando o ritmo de cada um.
4. O que é que não fazes, em consulta?
Na consulta, tudo o que trazes merece ser escutado. Não há experiências demasiado difíceis, desorganizadas ou insignificantes. Este é um espaço seguro para expressares aquilo que, até agora, talvez não tenhas conseguido partilhar. Aqui, não precisas de esconder partes de ti nem de demonstrar força constantemente. Na minha prática, a força não é uma exigência: é algo que vamos desenvolvendo através da compreensão, da aceitação e da construção de novas formas de lidar com as dificuldades, sempre ao teu ritmo e sem julgamentos. Também não encontrarás soluções universais ou conselhos imediatos. A terapia é um processo colaborativo, orientado por perguntas que te ajudam a reconhecer padrões, ampliar perspectivas e descobrir respostas coerentes contigo. Procuro que cada sessão te permita compreender melhor o que estás a viver e identificar estratégias concretas para avançar com maior clareza e autonomia.
5. Lembras-te do momento em que percebeste que era esta a tua área?
Foi na psicologia que compreendi que estar vivo vai muito além do existir. É reconhecer emoções, acolher vulnerabilidades, ressignificar experiências e construir sentido. Ao acompanhar cada pessoa no encontro consigo própria, percebi também o meu propósito: criar um espaço seguro onde a dor possa ser escutada e a vida volte a ser sentida. Foi aí que soube que estava no lugar certo.
Depoimentos para Psicóloga Sandra
Seja o primeiro a dar escrever opinião sobre este profissional!